Guia para Educadores - desvendando o museu
GUIA PARA EDUCADORES - MHN-UFAL 2024.2.pdf
Documento PDF (8.7MB)
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DESVENDANDO
O MUSEU
Guia para Educadores
Universidade Federal de Alagoas
Prof. Josealdo Tonholo
Reitor
Pró-reitoria de Extensão e Cultura
Cézar Nonato Bezerra Candeias
Pró-reitor
Museu de História Natural
Filipe Augusto Cavalcanti do Nascimento
Diretor
Setor de Museologia
Carlos Jorge da Silva Correia Fernandes
Biólogo
Davy Soares Pessoa
Estagiário, semestre 2024.2
Vanessa Cristina Santos da Silva
Estagiária, semestre 2024.2
1
Prezados visitantes,
Bem-vindos ao Museu de História Natural (MHN) da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)!
Apresentaremos a você nesta cartilha informativa,
as exposições permantes do MHN. O objetivo deste
produto é fornecer informações sobre os nossos
espaços expositivos, de modo a enriquecer a sua
experiência de visita.
Destinamos este material especialmente a
professores do ensino público e privado, que estão
realizando o agendamento de suas turmas para
visitar as exposições do MHN. Nesta cartilha, você
encontrará informações sobre a nossa história,
nosso objetivo enquanto instituição e cada uma das
nossas exposições permanentes.
Para cada exposição, apresentamos uma breve
descrição da temática, destacando os principais
objetos e informações históricas relevantes. Além
disso, incluímos algumas habilidades da Base
Nacional Comun Curricular (BNCC) para nortear
conteúdos que podem ser trabalhados com seus
estudantes por meio das exposições.
2
SUMÁRIO
HISTÓRICO ............................................................................ 04
O MUSEU ................................................................................ 06
AS EXPOSIÇÕES .................................................................. 07
Alagoas: do mar ao sertão ............................................. 08
Meteorologia ......................................................................... 10
Jangadeiros alagoanos ..................................................... 11
Paleontologia ....................................................................... 12
Geologia .................................................................................. 14
O QUE PODE SER TRABALHADO COM SEUS
ESTUDANTES? ...................................................................... 16
3
HISTÓRICO
Processo do surgimento
Em 1988, a professora e zoóloga Liriane Monte Freitas foi
informada por uma colega sobre uma senhora em Alagoas
que possuía uma coleção impressionante de moluscos.
Curiosa, Liriane marcou uma visita ao acervo e descobriu não
só moluscos incríveis de várias partes do mundo, mas
também a disposição da senhora em doar a coleção para uma
universidade.
Junto com outros professores da Universidade Federal de
Alagoas (UFAL), Liriane escreveu uma carta destacando a
importância científica do acervo e a intenção de recebê-lo. No
entanto, a doação não ocorreu, pois a família da proprietária
acreditava que as peças tinham alto valor comercial.
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HISTÓRICO
Após a perda da oportunidade de adquirir uma coleção valiosa
de moluscos, o professor José Geraldo Marques decidiu seguir
em frente com a ideia de criar um museu na UFAL. Liriane
Monte Freitas foi convidada para coordenar a comissão de
criação do Museu de História Natural, contando com o apoio
da reitora Delza Gitaí e de outros professores.
Criação
O Museu de História Natural da UFAL foi oficialmente criado
em 7 de maio de 1990, com o apoio da Pró-reitoria de Extensão.
O acervo inicial incluiu coleções de peixes, moluscos, répteis,
insetos, além de materiais de Geologia e Botânica, reunidos
por diversos docentes da universidade.
Inicialmente localizado no prédio da antiga Faculdade de
Odontologia, o museu se transferiu, em 2016, para o bairro do
Prado, no espaço que já abrigou a Faculdade de Medicina e o
Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) da UFAL.
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O MUSEU
Por meio dos seus acervos científico e didático, o MHN
promove atividades de pesquisa e de formação em
recursos humanos nas áreas das Ciências Naturais, além
de atividades de extensão voltadas à comunidade, por meio
de cursos, eventos e visitas às exposições.
Espaço Não Formal
O MHN dá suporte aos cursos de graduação e pósgraduação da Universidade, bem como aos diversos
pesquisadores que o procuram para desenvolver seus
trabalhos.
Objetivo
O MHN busca despertar o espírito científico e o amor à
natureza, disseminando os conhecimentos, valores e
comportamentos voltados para a preservação dos nossos
ecossistemas.
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AS EXPOSIÇÕES
As coleções científicas do museu atraem estudantes e
pesquisadores de todo o país. Grande parte de seu acervo é
proveniente de Alagoas, contudo, existem materiais de outras
regiões do Brasil e até de outros países, como Uruguai,
Argentina, Equador e Rússia. Ao todo, o acervo conta com
quase 100 mil peças.
7
ALAGOAS:
DO MAR AO SERTÃO
A sala embarca o visitante em uma
viagem pelos principais biomas do
estado de Alagoas, desde o Oceano até
a Caatinga. Ilustrando as características
especificas dos biomas.
Os Cenários montados no espaço
servem
como
base
para
a
compreensão sobre a fauna e flora da
região litorânea, da Mata Atlântica e
do Sertão.
Capelas com insetos, serpentes e
pássaros, além de fósseis que ilustram o
desenvolvimento da megafauna em
Alagoas.
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ALAGOAS:
DO MAR AO SERTÃO
Crânios de diferentes animais são
apresentados de forma comparativa
para demonstrar a diversidade do
reino animal. Amostras de troncos de
árvores mostram a variedade da flora
local
A seção de Arqueologia oferece uma
visão da cultura dos antigos
habitantes de Alagoas, exibindo peças
indígenas como uma urna funerária
chamada Igaçaba e um pilão.
9
METEOROLOGIA
A sala foi construída a partir de uma
parceria com o Instituto de Ciências
Atmosféricas (ICAT) da UFAL, buscando
representar a importância do tempo e
do clima para a formação da vida no
planeta Terra.
O espaço visa aumentar o interesse
da população pelos estudos
atmosféricos através da exposição
de instrumentos meteorológicos,
banners e maquetes que também
abordam áreas como Astronomia,
Física e Química.
As peças expostas, encontram-se
aparelhos que já foram usados em
trabalhos de previsão meteorológica e,
até mesmo, um dos primeiros radares
utilizados no estado de Alagoas.
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JANGADEIROS
ALAGOANOS
A sala oferece uma experiência única
de exposição, contando a história épica
dos quatro pescadores alagoanos que,
do bairro Jaraguá, viajaram até o Rio de
Janeiro para celebrar o centenário da
Independência do Brasil.
Em 27 de agosto de 1992, os
pescadores Umbelino José dos
Santos, Joaquim Faustilino de
Sant'Ana, Eugênio Antônio de Oliveira
e Pero Ganhado da Silva partiram de
Alagoas para o Rio de Janeiro, em uma
viagem para celebrar o centenário da
independência do Brasil.
A jornada na jangada de seis paus se
prolongou por 98 dias, enfrentando nove
tempestades e passaram pelos estados
de SE, BA e ES. Ao chegarem ao destino,
foram recebidos pelo presidente Arthur
Bernardes, tornando-se lendas na
história de Alagoas.
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PALEONTOLOGIA
A sala narra, por meio de seu acervo, as
eras geológicas (períodos de formação
e transformação do planeta), cada uma
com suas particularidades. O espaço
contempla uma série de fósseis reais e
representações.
Crânios e mandíbulas de animais
modernos, como porco-do-mato,
tubarão, tartaruga e baleia, fornecem
uma base comparativa com os
animais extintos, compondo o
conjunto de peças expostas
A sala comporta também dentes de
tubarões e mamutes fossilizados
provenientes da região paleártica,
resultado de uma doação do State
Darwin Museum, localizado na Rússia.
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PALEONTOLOGIA
Como parte do testemunho dos
estudos desenvolvidos no estado de
Alagoas pela própria equipe do MHN, a
sala de Paleontologia abarca alguns
materiais oriundos dessas pesquisas.
Os
visitantes
podem
observar
fragmentos do úmero, da costela e
vértebra desse animal extinto
Um cenário montado ao fundo da sala
exemplifica, com detalhes, como o
paleontólogo, profissional que se
dedica ao estudo dos fósseis, atua em
campo. Artefatos para sobrevivência,
como cabana e lanternas, e
instrumentos de trabalho são expostos.
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GEOLOGIA
A sala de Geologia tem o intuito de
apresentar ao visitante a diversidade e
riqueza das rochas e minerais, bem
como mostrar a utilidade desses
materiais.
Amostras de quartzo, carvão mineral,
petróleo e até de ouro podem ser
observadas no espaço. São expostas,
ainda, diferentes rochas dos tipos
ígnea, metamórfica e sedimentar.
Utensílios utilizados em laboratórios de
Geologia, como balança e lupa, também
são peças que compõem a exposição e
propõe ao público uma melhor
compreensão sobre como se dão as
pesquisas e estudos na área.
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GEOLOGIA
A associação com produtos de uso
cotidiano também é uma das
propostas da sala, fazendo com que o
visitante fique mais familiarizado e
aberto a aprender sobre os minerais e
as rochas existentes no ambiente
através da demonstração de suas
aplicações no dia a dia.
Cavernas e vulcões são explorados por
meio da apresentação dos materiais
geológicos produzidos em cada um
deles e suas peculiaridades, além de
maquetes e outras representações
visuais dessas formações.
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O QUE PODE SER
TRABALHADO COM
OS ESTUDANTES?
Nesta seção, colocaremos algumas habilidades da BNCC que
podem ser trabalhadas pelos professores, sobre cada sala de
exposição, bem como propostas de atividades para
desenvolver com os estudantes.
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HABILIDADES
ALAGOAS: DO MAR AO SERTÃO
Ciências da Natureza:
(EF02CI04) Descrever características de plantas e animais
(tamanho, forma, cor, fase da vida, local onde se desenvolvem
etc.) que fazem parte de seu cotidiano e relacioná-las ao
ambiente em que eles vivem.
(EF02CI06) Identificar as principais partes de uma planta (raiz,
caule, folhas, flores e frutos) e a função desempenhada por
cada uma delas, e analisar as relações entre as plantas, o
ambiente e os demais seres vivos.
(EF03CI04) Identificar características sobre o modo de vida (o
que comem, como se reproduzem, como se deslocam etc.)
dos animais mais comuns no ambiente próximo.
(EF07CI07) Caracterizar os principais ecossistemas brasileiros
quanto à paisagem, à quantidade de água, ao tipo de solo, à
disponibilidade de luz solar, à temperatura etc.,
correlacionando essas características à flora e fauna
específicas.
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Ciências Humanas:
(EF03GE04) Explicar como os processos naturais e históricos
atuam na produção e na mudança das paisagens naturais e
antrópicas nos seus lugares de vivência, comparando-os a
outros lugares.
(EF06GE11) Analisar distintas interações das sociedades com a
natureza, com base na distribuição dos componentes físiconaturais, incluindo as transformações da biodiversidade local
e do mundo.
(EF07GE11) Caracterizar dinâmicas dos componentes físiconaturais no território nacional, bem como sua distribuição e
biodiversidade (Florestas Tropicais, Cerrados, Caatingas,
Campos Sulinos e Matas de Araucária).
(EF01HI03) Descrever e distinguir os seus papéis e
responsabilidades relacionados à família, à escola e à
comunidade.
(EF04HI01) Reconhecer a história como resultado da ação do
ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação
de mudanças e permanências ao longo do tempo.
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Explorando a biodiversidade dos biomas
Durante a visita, peça que os estudantes observem os painéis
e exibições de fauna e flora da região litorânea, da Mata
Atlântica e do Sertão. Solicite que escolham uma espécie de
cada bioma (animal ou planta) e façam anotações sobre suas
principais características. Ao final da visita, em sala de aula,
eles devem fazer um quadro comparativo entre os biomas,
destacando as adaptações de cada espécie ao ambiente em
que vivem.
Quais são as principais diferenças entre os biomas do
litoral, da Mata Atlântica e do Sertão em relação à fauna
e à flora? O que isso nos diz sobre as adaptações dos
seres vivos a diferentes ambientes?
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Cadeia alimentar nos biomas
Divida os estudantes em grupos e peça que, durante a visita,,
observem e anotem informações sobre animais e plantas
presentes em cada bioma (litoral, Mata Atlântica e Sertão). Em
sala de aula, cada grupo deve montar uma cadeia alimentar
representativa de um dos biomas, identificando produtores,
consumidores primários, secundários e terciários. Depois,
discuta como os fatores ambientais (clima, disponibilidade de
água) afetam essas interações. Questão reflexiva:
Como as condições ambientais, como a quantidade de
água e a disponibilidade de alimento, afetam as cadeias
alimentares nos diferentes biomas do estado de
Alagoas?
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Investigando a flora dos biomas
Durante a visita, os estudantes devem observar as amostras
de troncos de árvores e outros elementos da flora local. Eles
devem anotar as características principais das plantas de
cada bioma. Após a visita, a turma pode investigar como a
vegetação dos biomas influencia o clima e a biodiversidade
local, relacionando o tipo de vegetação à quantidade de água
disponível e à temperatura.
Como a vegetação encontrada nos diferentes biomas de
Alagoas afeta o clima local e a diversidade de animais
que vivem nesses ambientes?
21
HABILIDADES
METEOROLOGIA
Ciências da Natureza:
(EF02CI08) Comparar o efeito da radiação solar (aquecimento
e reflexão) em diferentes tipos de superfície (água, areia, solo,
superfícies escura, clara e metálica etc.).
(EF03CI07) Identificar características da Terra (como seu
formato esférico, a presença de água, solo etc.), com base na
observação, manipulação e comparação de diferentes formas
de representação do planeta (mapas, globos, fotografias etc.).
(EF05CI10) Identificar algumas constelações no céu, com o
apoio de recursos (como mapas celestes e aplicativos digitais,
entre outros), e os períodos do ano em que elas são visíveis no
início da noite.
(EF05CI13) Projetar e construir dispositivos para observação à
distância (luneta, periscópio etc.), para observação ampliada
de objetos (lupas, microscópios) ou para registro de imagens
(máquinas fotográficas) e discutir usos sociais desses
dispositivos.
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(EF07CI01) Discutir a aplicação, ao longo da história, das
máquinas simples e propor soluções e invenções para a
realização de tarefas mecânicas cotidianas.
(EF07CI06) Discutir e avaliar mudanças econômicas, culturais e
sociais, tanto na vida cotidiana quanto no mundo do trabalho,
decorrentes do desenvolvimento de novos materiais e
tecnologias (como automação e informatização).
Ciências Humanas:
(EF03HI02) Selecionar, por meio da consulta de fontes de
diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao
longo do tempo na cidade ou região em que vive.
(EF04HI02) Identificar mudanças e permanências ao longo do
tempo, discutindo os sentidos dos grandes marcos da história
da humanidade (nomadismo, desenvolvimento da agricultura e
do pastoreio, criação da indústria etc.).
(EF04HI08) Identificar as transformações ocorridas nos meios
de comunicação (cultura oral, imprensa, rádio, televisão,
cinema, internet e demais tecnologias digitais de informação e
comunicação) e discutir seus significados para os diferentes
grupos ou estratos sociais.
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Investigando os instrumentos meteorológicos
Durante a visita à sala de Meteorologia, os estudantes devem
observar os instrumentos meteorológicos expostos, como
pluviômetros, anemômetros e radares. Eles devem anotar para
que cada instrumento serve e como ele contribui para a
previsão do tempo. Após a visita, a turma pode investigar o
funcionamento
de
cada
equipamento,
realizando
experimentos práticos com a simulação de coleta de dados
meteorológicos.
Como a utilização de instrumentos meteorológicos
contribui para a prevenção de desastres naturais e para
a preservação de vidas humanas e recursos naturais?
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Sol e o Clima
Durante a visita à sala, os estudantes devem analisar os
painéis e maquetes que explicam a influência do Sol na
formação do clima e do tempo. Eles devem observar as
explicações sobre a radiação solar e suas interações com a
atmosfera terrestre. Após a visita, a turma pode investigar
como o Sol impacta as variações climáticas ao longo do ano e
a formação de fenômenos atmosféricos como as estações do
ano e a evaporação.
De que maneira a radiação solar interfere no clima de
diferentes regiões do mundo, e como isso influencia as
atividades humanas, como a agricultura?
25
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Analisando os fenômenos meteorológicos
Durante a visita, os estudantes devem observar os banners e
maquetes que explicam fenômenos como tempestades,
ventos e chuvas. Eles devem anotar como esses fenômenos
meteorológicos são monitorados e quais são seus impactos
na vida cotidiana. Após a visita, a turma pode investigar as
consequências de eventos climáticos extremos, como
enchentes e secas, e discutir como o monitoramento
climático pode ajudar na sua prevenção.
Como a previsão de fenômenos atmosféricos, como
tempestades e secas, pode ajudar a mitigar os impactos
desses eventos nas áreas urbanas e rurais?
26
HABILIDADES
JANGADEIROS ALAGOANOS
Ciências da Natureza:
(EF02CI01) Identificar de que materiais (metais, madeira, vidro
etc.) são feitos os objetos que fazem parte da vida cotidiana,
como esses objetos são utilizados e com quais materiais eram
produzidos no passado.
Ciências Humanas:
(EF02GE02) Comparar costumes e tradições de diferentes
populações inseridas no bairro ou comunidade em que vive,
reconhecendo a importância do respeito às diferenças.
(EF02GE07) Descrever as atividades extrativas (minerais,
agropecuárias e industriais) de diferentes lugares,
identificando os impactos ambientais.
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(EF03GE03) Reconhecer os diferentes modos de vida de povos
e comunidades tradicionais em distintos lugares.
(EF03HI04) Identificar os patrimônios históricos e culturais de
sua cidade ou região e discutir as razões culturais, sociais e
políticas para que assim sejam considerados.
(EM13CHS402) Analisar e comparar indicadores de emprego,
trabalho e renda em diferentes espaços, escalas e tempos,
associando-os a processos de estratificação e desigualdade
socioeconômica.
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Jangadeiros e a cultura da pesca
Durante a visita à exposição "Jangadeiros Alagoanos", os
estudantes devem observar os artefatos expostos, como a
jangada e outros utensílios de pesca, e os painéis que narram
a história da viagem dos pescadores alagoanos. Eles devem
prestar atenção às informações sobre as práticas de pesca
artesanal, além das condições climáticas enfrentadas
durante a travessia. Após a visita, em sala de aula, a turma
pode realizar um debate sobre a pesca artesanal e suas
práticas sustentáveis. Os alunos podem pesquisar diferentes
métodos de pesca e discutir quais são mais sustentáveis e
por quê.
De que maneira as condições climáticas impactam a
pesca artesanal e a subsistência dos pescadores?
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PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Produção artística
Durante a visita à exposição "Jangadeiros Alagoanos", os
estudantes devem observar as obras de arte e os artefatos
que representam a cultura pesqueira de Alagoas. Eles devem
prestar atenção aos detalhes das jangadas, às ferramentas
de pesca e às representações artísticas da vida dos
pescadores. Após a visita, os alunos serão incentivados a
criar uma obra de arte (pintura, escultura, colagem) que
represente a cultura pesqueira de Alagoas, inspirando-se na
história dos jangadeiros.
Como a sua obra de arte reflete a cultura pesqueira e a
história dos jangadeiros alagoanos?
30
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Conservação dos recursos marinhos
Durante a visita à exposição, os estudantes devem observar os
painéis que abordam a importância da conservação dos recursos
marinhos e as práticas de pesca sustentável. Eles devem prestar
atenção às informações sobre a biodiversidade marinha e os
impactos da pesca excessiva. Após a visita, a turma pode
pesquisar sobre as melhores práticas de conservação e os
desafios enfrentados para proteger os ecossistemas marinhos.
Quais práticas de conservação são essenciais para garantir
a sustentabilidade da pesca artesanal e a preservação da
biodiversidade marinha?
31
HABILIDADES
PALEONTOLOGIA
Ciências da Natureza:
(EF07CI08) Avaliar como os impactos provocados por
catástrofes naturais ou mudanças nos componentes físicos,
biológicos ou sociais de um ecossistema afetam suas
populações, podendo ameaçar ou provocar a extinção de
espécies, alteração de hábitos, migração etc.
32
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Explorando a formação dos fósseis
Durante a visita, os estudantes devem observar os diferentes
fósseis expostos, como o da preguiça-gigante e os dentes de
mamute. Eles devem anotar como os fósseis se formaram e
como sua descoberta ajuda a entender as transformações
geológicas e biológicas do planeta. Após a visita, a turma pode
criar uma linha do tempo mostrando as eras geológicas e os
principais seres vivos que habitaram o planeta em cada uma
delas.
Como o estudo dos fósseis pode nos ajudar a
compreender a evolução das espécies e as mudanças
no ambiente ao longo do tempo?
33
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Comparando animais extintos e atuais
Durante a visita, os estudantes devem observar os crânios e
mandíbulas de animais modernos e extintos, comparando as
semelhanças e diferenças. Eles devem anotar características
estruturais que revelam adaptações evolutivas em resposta às
condições ambientais de cada era geológica. Após a visita, a
turma pode investigar as principais diferenças entre os
ecossistemas dos tempos pré-históricos e os atuais,
discutindo como a evolução moldou a fauna moderna.
De que maneiras os animais extintos se diferenciam dos
atuais, e como essas diferenças refletem as condições
climáticas e ambientais de cada era?
34
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Investigando o trabalho do paleontólogo
Durante a visita, os estudantes devem observar o cenário de
campo paleontológico montado na sala. Eles devem
identificar os instrumentos usados no trabalho de escavação e
coleta de fósseis e refletir sobre as técnicas utilizadas para
descobrir e preservar fósseis. Após a visita, a turma pode
simular uma escavação paleontológica em sala de aula,
estudando o processo de descoberta e análise de fósseis.
Como o trabalho do paleontólogo contribui para a
reconstrução da história da vida na Terra e para o
entendimento de como as condições geológicas
influenciam a evolução das espécies?
35
HABILIDADES
GEOLOGIA
Ciências da Natureza:
(EF03CI09) Comparar diferentes amostras de solo do entorno
da escola com base em características como cor, textura,
cheiro, tamanho das partículas, permeabilidade etc.
(EF03CI10) Identificar os diferentes usos do solo (plantação e
extração de materiais, dentre outras possibilidades),
reconhecendo a importância do solo para a agricultura e para
a vida.
(EF06CI11) Identificar as diferentes camadas que estruturam o
planeta Terra (da estrutura interna à atmosfera) e suas
principais características.
(EF06CI12) Identificar diferentes tipos de rocha, relacionando a
formação de fósseis a rochas sedimentares em diferentes
períodos geológicos.
36
(EF07CI14) Justificar a importância da camada de ozônio para
a vida na Terra, identificando os fatores que aumentam ou
diminuem sua presença na atmosfera, e discutir propostas
individuais e coletivas para sua preservação.
(EF07CI15) Interpretar fenômenos naturais (como vulcões,
terremotos e tsunamis) e justificar a rara ocorrência desses
fenômenos no Brasil, com base no modelo das placas
tectônicas.
Ciências Humanas:
(EF06GE05) Relacionar padrões climáticos, tipos de solo,
relevo e formações vegetais.
(EF06GE11) Analisar distintas interações das sociedades com a
natureza, com base na distribuição dos componentes físiconaturais, incluindo as transformações da biodiversidade local
e do mundo.
37
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Identificação de rochas e minerais
Durante a visita à sala de Geologia, os estudantes devem
observar amostras de diferentes rochas e minerais, como
quartzo, carvão mineral e petróleo. Eles devem registrar as
características observadas, como cor, textura e brilho. Após
a visita, os estudantes criarão um quadro comparativo que
classifique as rochas em ígneas, metamórficas e
sedimentares, incluindo suas características e utilidades
no cotidiano.
Como a identificação das propriedades das rochas e
minerais pode ajudar na sua utilização em produtos
do dia a dia?
38
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
A utilização dos recursos naturais
Os estudantes podem pesquisar sobre como diferentes
sociedades utilizam recursos naturais, focando em um
mineral ou rocha específica (por exemplo, carvão, petróleo
ou ouro). Sugere-se investigar a importância econômica e
social desses recursos na região ou país escolhido.
De que maneira a utilização desse recurso natural
impacta a sociedade e o meio ambiente?
39
PROPOSTAS DE
ATIVIDADES
Maquetes de formações geológicas
Os estudantes serão orientados a observar as maquetes de
cavernas e vulcões na sala de Geologia. Em grupos, eles criarão
suas próprias maquetes de formações geológicas, utilizando
materiais recicláveis. Cada grupo poderia apresentar sua
maquete em sala de aula e explicar os processos geológicos que
levaram à formação daquela estrutura, assim como a
importância dela para o meio ambiente e para as sociedades.
Como as formações geológicas influenciam a vida das
comunidades ao seu redor?
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